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ADRIANO DA SILVA CARVALHO

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IMPORTANTE: Não faço parte de qualquer ORGANIZAÇÃO RELIGIOSA! Meus textos (livros) repercutem ideias (sejam teológicas ou filosóficas) em nível acadêmico, portanto, não confessional ou proselitista.

   Mestre em Estudos Hermenêuticos. Professor, pesquisador e escritor. Ensinou (até o ano de 2007) filosofia e sociologia no Ensino Médio - Colégio Cenecista. Na Graduação lecionou grego, hebraico, metodologia da pesquisa, antropologia cultural e introdução à filosofia no Instituto Brasileiro de Educação Integrada - IBEI/RJ. Como escritor publicou livros sobre Crítica textual, Análise de discurso, História da filosofia e Exegese. Como pesquisador escreveu artigos de FILOSOFIA para a Revista Vox Scripturae (Faculdade Luterana de Teologia), e de TEOLOGIA para as revistas: Pesquisas em Teologia (PUC/RIO) e Teologia Brasileira (Editora Vida Nova). Foi pastor presbiteriano (Igreja Presbiteriana do Brasil), mas, desligou-se voluntariamente dessa denominação. Atualmente se dedica ao magistério, a pesquisa e a produção literária. 


O artigo no qual analisei  o significado da frase grega: "θεοὶ μὲν γὰρ εἰσίν" - "Certamente os deuses existem" no contexto da chamada "Carta sobre a felicidade" do filósofo grego Epicuro (Revista Vox Scripturae -  Dossiê: Teologia cristã, filosofia e cultura em diálogo) aparece ou é indicado na  maioria dos catálogos das bibliotecas das melhores universidade do mundo, é assim, por exemplo, em: Harvard University; Yale University; Princeton University;Universität Tübingen;Universität Jena; Duke University; The University of Edinburgh; Göttingen Universität; Katholieke Universiteit Leuven; University of Washington; The Chinese University of Hong Kong; Columbia University; University of California, Berkeley UCB; Freie Universität Berlin; Boston University; Ludwig Maximilians Unversität München entre outras.



Para mais detalhes ver o vídeo em: https://www.facebook.com/ProfessorAdrianoCarvalho/videos/1799959773545227



Espinosa é considerado por muitos autores o filósofo mais importante do período moderno. Ele é apresentado como o responsável pela mais profunda reflexão alguma vez publicada sobre a democracia. Foi o pensador que forneceu a base intelectual para a democracia liberal. O primeiro a defender a separação entre religião e estado e a pensar no desenvolvimento de uma sociedade basicamente secular na qual judeus, cristãos e outros poderiam ser aceitos independentemente de sua ancestralidade religiosa ou étnica. Mas Espinosa foi também um teólogo, um exegeta bíblico, e na opinião de alguns: um teólogo do processo. Sua interpretação do texto bíblico destoava daquela apresentada pelos judeus ortodoxos e cristãos conservadores. No Tratado Teológico-Político - (TTP) ele se revela um intérprete crítico das Escrituras: rejeita as interpretações alegóricas dos seus dias e recomenda o uso da razão na análise do texto bíblico. O modo como lidou com as Escrituras fez com que a principal das suas obras publicada em vida fosse considerada por alguns religiosos "um livro forjado no inferno pelo próprio diabo". No entanto, Espinosa apenas pretendeu que a exegese bíblica e a hermenêutica fossem empreendimentos acadêmicos autônomos, separados da homilética bíblica tradicional. Desse modo ele semeou a semente da teologia liberal. Seu ponto de vista foi seguido por alguns estudiosos como Johann David Michaelis (1717-1791) e Johann Herder (1744-1803), e teve uma influência substancial sobre Friedrich Schleiermacher (1768-1834). Desse modo ele se tornou um dos criadores da erudição e da crítica bíblica moderna. O primeiro e também o último pensador moderno a tornar a interpretação da Bíblia central para a reflexão filosófica. Por tudo isso, como lembrou William Louis Rabernort, “Espinosa é mais do que sempre uma força intelectual a ser considerada”. Não sem razão ele foi o filósofo favorito de Einstein. Neste livro o leitor conhecerá a posição de Espinosa sobre algumas ideias filosóficas como os conceitos de Substância, Atributos e Modos, que constituem a linguagem metafísica fundamental da sua filosofia. Entretanto, o objetivo deste trabalho e dar uma ênfase maior às ideias do Espinosa teólogo e intérprete das Escrituras: que o leitor leia este livro com essa informação em mente! Boa leitura.

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Lançamento do meu décimo segundo livro "Quílon de Esparta: vida, lendas e máximas".

Neste livro apresentaremos algumas histórias e lendas contadas sobre os sete sábios da Grécia, com maior destaque para Quílon. Meu interesse em estudar a vida desse sábio espartano foi despertado quando li que Diodoro Sículo atribuiu a ele três famosas máximas délficas: “Γνῶθι σεαυτόν” – “Conhece a ti mesmo”; “Μηδὲν ἄγαν” – “Nada em excesso”; e “Ἐγγύα, πάρα δ ἄτη” – “Faça uma promessa e sofra por isso”; a partir dessa descoberta quis conhecer melhor a vida e obra de Quílon. E, foi assim que surgiu este livro. Estudamos os autores antigos para conhecer histórias, eventos e máximas que tivessem alguma conexão com os sete sábios, sobretudo, com Quílon. Mas, escrever este livro não foi nada fácil, pois poucos detalhes da vida dos sete sábios da Grécia sobreviveram, e, do material que chegou até nós, além dos dados escassos, não é fácil distinguir o real do fictício. Mas, nos esforçamos para apresentar a imagem dos sete, de Quílon especialmente, de acordo com o ponto de vista dos autores antigos: o trabalho está feito, espero que gostem! Boa leitura!

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"Extraído" do livro A CRÍTICA E O TEXTO DO NOVO TESTAMENTO

As explicações dos estudiosos sobre as múltiplas edições literárias dos Evangelhos são variadas. Argumenta-se que as primeiras cópias do Novo Testamento não foram reproduzidas sob uma obsessão pela referência escriturística exata. Nos primeiros séculos da transmissão do texto do Novo Testamento o que prevaleceu foi à liberdade textual: "cita-se de memória o texto, e a norma era às tradições orais sempre vivas". Provavelmente esse comportamento se estendeu até o final do terceiro século (...). Embora saibamos pouca coisa concreta sobre a tradição oral na igreja primitiva não devemos por causa disso ignorar a hipótese da interseção do texto oral sobre o escrito. Comprar livro!





Extraído do livro "NOVO TESTAMENTO DA CRÍTICA DA FORMA À HISTÓRIA DO CÂNON"
No século passado surgiram algumas teorias, principalmente no campo literário, que produziram significativas mudanças no modo como as narrativas bíblicas deveriam ser encaradas. A Crítica da Forma e a Crítica da Redação, por exemplo, levantaram a bandeira da desconfiança acerca das narrativas registradas nos Evangelhos. Os teóricos dessas duas escolas mostravam-se convencidos de duas coisas: primeira, que os ensinamentos de Jesus e as narrativas sobre a sua vida conforme registrados nos Evangelhos foram transmitidos oralmente durante um período considerável de tempo antes que fossem escritos; segunda, que o cristianismo primitivo distorceu tradições orais existentes, e criou novas tradições acerca de Cristo. Comprar livro aqui!


MEUS LIVROS MAIS RECENTES !


Os estudos
linguísticos e literários dos últimos decênios repensaram radicalmente as posições de autor, texto e leitor. Um novo paradigma para a interpretação do significado textual foi estabelecido. O conceito de texto foi reformulado, e aquela ideia de um encadeamento de signos linguísticos foi superada, fala-se agora em discurso, isto é, “um enunciado imbricado num local social determinado”. O leitor se tornou o espaço sobre o qual todas as citações que compõem um texto são inscritas sem que nenhuma delas seja perdida. A importância da intenção autoral para a interpretação do seu texto foi diminuída. O próprio autor foi relegado. O sentido de um texto não pode mais ser conhecido somente através da organização dos elementos sintáticos- semânticos da frase. Para conhecê-lo é preciso passar da frase para o texto: conhecer o seu plano de conteúdo e o modo como o sentido nele é construído. Mas quais as implicações dessas teorias para a compreensão de textos? E, mais, quais as consequências para o exegeta bíblico? Além disso, como fica a crença na intenção autoral como a chave que abre o entendimento para o conhecimento do significado textual? Mas, se o autor não é mais o responsável pelo que escreveu então não se tem mais essa chave, o que fazer? Devemos supor que o leitor tem a capacidade de entender um texto melhor do que o seu autor? O texto pode realmente ser considerado um discurso? São essas perguntas que esta obra pretende responder.


    A crítica bíblica apresentou uma nova perspectiva para a leitura e interpretação das Escrituras. Desde Isaac La Peyrée com seu livro "Prae - Adamitae" -" Homens antes de Adão"; passando por Espinosa com seu Tratado Teológico-Político; Welhausen com seus estudos críticos do Antigo Testamento - a abordagem bíblica foi colocada sob o crivo da razão. Depois vieram Gunkel com sua "formensprache" e Bultmann com a sua "demitologização". Este livro mostrará como essa revolução começou!

 Espinosa: o exegeta com razão

    Espinosa é considerado o filósofo mais importante e também o mais radical do início do período moderno.  Responsável por produzir "a  mais profunda reflexão alguma vez publicada sobre a democracia”.  Ele forneceu a base intelectual para a democracia liberal: foi o primeiro judeu secular moderno a defender a separação entre religião e estado e o desenvolvimento de uma sociedade basicamente secular na qual judeus, cristãos, e outros poderiam ser aceitos independentemente de sua ancestralidade religiosa ou étnica.  Mas ele também foi teólogo, ou melhor, um teólogo do processo.  Sua abordagem do texto bíblico destoava daquela apresentada pelos judeus ortodoxos e cristãos conservadores. No Tratado Teológico-Político ele se revelou um intérprete crítico das Escrituras, rejeitou às interpretações alegóricas dos seus dias e recomendou o uso da razão na análise do texto da Bíblia: daí, o título deste livro: “Espinosa: o exegeta com razão”.  Esse modo de lidar com o texto bíblico fez com que a principal das suas obras publicada em vida (TTP)  fosse considerada por alguns religiosos "um livro forjado no inferno pelo próprio diabo".  
Espinosa defendeu que a exegese bíblica e a hermenêutica eram empreendimentos acadêmicos autônomos, separados da homilética bíblica tradicional.  Seu ponto de vista foi seguido por muitos que vieram depois dele: suas ideias foram adotadas por estudiosos e teólogos como Johann David Michaelis (1717-1791) e Johann Herder (1744-1803) que, por sua vez, teria uma influência substancial sobre o pai da teologia liberal, Friedrich Schleiermacher (1768-1834).  Desse modo Espinosa se tornou uma forte referência para os proponentes da abordagem conhecida como “Crítica Bíblica”.  Foi considerado um dos criadores da erudição e da crítica bíblica moderna por causa das opiniões que expressou no Tratado Teológico-Político.  Ele foi o primeiro e também o último pensador moderno a tornar a interpretação da Bíblia central para a reflexão filosófica. Como disse William Louis Rabernort, depois de alguns séculos, Espinosa é mais do que sempre uma força intelectual a ser considerada.  Concordamos com esse autor. Por isso, neste livro o leitor conhecerá algumas ideias de Espinosa (o filósofo favorito de Einstein),  como seus conceitos de Substância, Atributos e Modos, que constituem a linguagem metafísica fundamental da sua filosofia ( no entanto não nos aprofundaremos nessa discussão, pois o objetivo deste trabalho e dar ênfase as ideias do Espinosa teólogo e intérprete das Escrituras), mas especificamente ao seu método exegético: que o leitor leia este livro com essa informação em mente. 
(Em breve)



                                        

 











MEU ARTIGO PUBLICADO PELA PUC/RIO



    Na linguagem popular, a parábola é uma história contada com efeito comparativo, cujo objetivo é apresentar um ensinamento. Seu entendimento pressupõe que os ouvintes estejam dispostos a seguir as ideias do interlocutor, para que possam entender o ponto de semelhança entre a imagem e a coisa em si. Não há erro com esta definição. Mas ela pode transmitir a ideia de que a parábola é fácil de interpretar. Pelo contrário, é um dos gêneros literários mais difíceis de analisar. Suas conexões com a cultura popular e com ideias comumente difundidas em uma sociedade nem sempre são fáceis de descobrir. Além disso, também pode ser necessário considerar detalhes envolvendo a intertextualidade. Este artigo pretende analisar a passagem de Lc 16,19-31 sob a noção da intertextualidade Lucas / Atos. Além disso, destacará os contextos políticos e econômicos da época do autor e os paralelos dessa passagem em um conto egípcio do primeiro século; em uma história do Talmude Palestino e no trabalho de Luciano.

DISSERTAÇÃO
Minha dissertação discorreu sobre o tema " Paulo e a identidade do Embargante: um estudo sob a perspectiva da análise do Discurso e da sintaxe grega de 2 Ts 2. O trabalho analisou as possibilidades interpretativas de uma das passagens mais difíceis do Novo Testamento, a saber 2 Tessalonicenses 2.1-17. Para tanto, investimos em uma séria pesquisa bibliográfica sob duas perspectivas interpretativas: a análise de discurso, mais especificamente, a teoria da enunciação, e a exegese gramático-histórica. Com a primeira, buscou-se explicar o funcionamento de certos elementos linguísticos a partir do conceitos dos dêiticos. Fez-se assim uma aproximação com o projeto teórico de E. Benveniste, mais do que com o de Michel Pêcheux. Com a segunda, buscou-se levantar as circunstâncias históricas da epístola; foram examinados morfossintaticamente os vocábulos (gregos) principais do texto; além de se evidenciar os contextos textuais, literários e canônicos da perícope.







 

    Desde o período da igreja primitiva, passando pela Reforma protestante até o início do século XVIII não havia sido apresentados argumentos consistentes contrários a autoria paulina das epístolas escritas a Timóteo e TitoContudo, a partir do século XIX, um grupo de estudiosos rejeitou a tradição que defende que Paulo é o autor das pastorais. Eles consideraram esses documentos como produtos de uma época posterior ao apóstolo, sendo, portanto, não autênticos. Essa posição foi enfrentada, mas até os dias atuais os debates sobre a autoria e autenticidade das pastorais não tem qualquer previsão de arrefecimento. Neste livro serão apresentados os pontos de vistas dos dois lados em disputa, assim esperamos que o leitor conhecendo esses pressupostos, consiga decidir melhor sobre essa questão.







    Parábola é um dos gêneros literários mais difíceis de interpretar. Mas todo o esforço nesse sentido será recompensado. Neste livro a passagem de Lucas 16: 19-31 será submetida a uma análise sociológica e literária. Os contextos políticos e econômicos da época do autor serão analisados, bem como os paralelos dessa passagem em um conto egípcio do primeiro século; em uma história do Talmude Palestino e no trabalho de Luciano.




    As duas epístolas aos Tessalonicenses foram os primeiros documentos do N.T. colecionados pelos cristãos. Elas apresentam o pensamento escatológico dos primeiros dias da igreja cristã. Neste livro o leitor  encontrará um primoroso estudo exegético sobre: "aquele ou aquilo que detém"; "parúsia"; " o homem da iniquidade" etc. Também conhecerá  o verdadeiro objetivo dos ensinos escatológicos nessas cartas.




    A discussão sobre o significado de Isaías 7.14 é longa, existe a centenas de anos e está centrada, sobretudo, em nuances gramaticais. Em tese, faz-se do substantivo feminino hebraico ”עַלְמָה” – (‘almah) um cavalo de batalha. Esse substantivo pode ser traduzido por “virgem”, mas também por “mulher jovem e sem filhos”. Essa ambiguidade tem alimentado o debate por milênios. A Septuaginta colocou mais lenha na fogueira quando traduziu “‘almah” em Isaías 7.14 por “virgem”.  Este livro apresentará os pontos de vista em tensão dessa discussão milenar.


    Naum é um dos livros mais notáveis de todo o Antigo Testamento. A elaboração de uma obra literária como essa exigiu do seu autor, "energia, capacidade poética, raciocínio lógico e teológico para justificar seu argumento e convencer seu público".  Apesar disso, Naum tem sido ignorado pela maioria dos leitores da Bíblia: esperamos com este pequeno comentário alterar esse quadro mostrando a sua importância literária e o valor teológico da sua mensagem.



Artigos:
Deus e a felicidade em Epicuro
 Deus e a felicidade em Epicuro.

     Este artigo visa compreender o significado da frase: “θεοὶ μὲν γὰρ εἰσίν” – “Certamente os deuses existem” no contexto da chamada carta sobre a felicidade de Epicuro. E, para este fim, questionará a relação desse enunciado com o programa da “vida abençoada” do filósofo de Samos. Epicuro estava apresentando sua declaração de fé: Θεοὶ εἰσίν? Provavelmente não. Mas é verdade que ele usou linguagem teológica quando apresentou seu plano de felicidade. Por que ele faz isso? Esta é a pergunta que este artigo procurará responder.  




Parábolas 
Parábola: perspectivas linguístico-literárias

    Quase todos os livros sobre interpretação bíblica reservam um capítulo especial ao estudo da parábola. E não poderia ser diferente, o assunto é complexo e requer um considerável esforço hermenêutico. Por isso, também, desde o século passado muitas pesquisas com fulcro literário foram realizadas com vistas a uma compreensão mais clara desse gênero. Reconhecidamente algumas dessas pesquisas trouxeram informações importantes, como questões relacionadas ao paralelo da parábola com outras literaturas, sobre paradigmas dominantes na sua interpretação e elementos narrativos comuns: há muitos bons artigos sobre o tema. No entanto, em razão da natureza deste trabalho, não será possível considerar todas as teorias escritas sobre esse assunto, o que se pretende aqui é tão somente apresentar de modo introdutório os pontos de vista mais interessantes no estudo desse tema. 


Paulo e o Embargante 
Paulo e o Embargante

    Este artigo se proporá ao exame de uma das mais importantes e intrincadas passagens das Sagradas Escrituras: 2 Tessalonicenses 2.1-17. Nela encontra-se a mensagem de Paulo para anular os efeitos de um falso anúncio de que “o dia do Senhor” já havia chegado: “ὡ ὅτι ἐνέστηκεν ἡ ἡμέρα τοῦ κυρίου”- (como se tivesse chegado o dia do Senhor). Sobre os efeitos desse falso anúncio sobre os destinatários da carta Elian Cuvillier comentou:“ na primeira carta (1 Tessalonicenses 4.13-18) os crentes estão vivendo a crise da esperança, mas na segunda( 2 Segunda Tessalonicenses 2.1-12)  enfrentam uma crise entusiasta”.[2] Esse  desequilíbrio é destacado por Paulo quando emprega o verbo grego “Σαλεύω”:[3] no grego secular esse verbo era usado para descrever a “agitação do mar” o “tremor produzido por um terremoto” e a “ incerteza terrena. Este artigo analisará essa e outras questões importantes dessa perícope.






Orcid Id







        Os autores que mais cativaram-me foram: Paulo, Lutero, Calvino, Platão, Aristóteles, Epicuro, Agostinho, Espinosa, Gunkel, Gerard Von Rad, Kant, Schopenhauer, Bultmann, Greimas, Roland Barthes; Eric Donald Hirsch e John Gresham Machen entre outros.

Editora Reflexão



ATENÇÃO!

A expressão “baixa” crítica é comumente usada para designar a crítica textual. Essa disciplina teve início entre os gregos, mas seu desenvolvimento científico está relacionado com a grande biblioteca de Alexandria no Egito. Os escribas daquele lugar trabalhavam para solucionar divergências textuais encontradas em milhares de cópias de livros, incluindo os épicos homéricos. A "alta" crítica lida com a autenticidade dos textos, estuda suas origens históricas etc. Comprar livro aqui!